Raízes que não se arrancam: a força das mulheres indígenas e quilombolas na defesa dos seus territórios
Das florestas amazônicas aos quilombos do cerrado, mulheres indígenas e quilombolas estão na linha de frente da resistência contra o avanço do agronegócio e da grilagem. Elas combinam saber ancestral com articulação política e provam que proteger o território é, antes de tudo, um ato de amor coletivo.